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Em outubro de 2000 nasceu o

 

ANTROPOFOCUS

Um grupo dedicado a criação de espetáculos autorais

Em que os atores e técnicos são co-autores do trabalho, através de técnicas de dramaturgia dinâmica desenvolvidas  pelo próprio grupo em quase duas décadas de trabalho.

Especializados na Poética da Comédia

Desde sua fundação, o Antropofocus acreditou que o cômico tinha potencial de teatralidade tanto quanto os outros gêneros teatrais. O grupo dedicou sua pesquisa a desenvolver uma poética teatral que levasse espetáculos a todos os públicos.

O grupo dedica-se a observar o ser humano e seu comportamento no cotidiano, sabendo que todas as suas ações podem ser consideradas cômicas, dependendo do prisma pelo qual é observado e esta premissa inicial instigou o grupo a explorar diferentes formas de comicidade.

O diferencial do grupo é que há sempre a busca do humor pelo caminho da criatividade, sempre fugindo de formas mais ralas de humor e mesmo da facilidade do uso de linguagem ofensiva para conseguir risos da plateia. Nisto o Antropofocus é um dos poucos grupos do país a fazer este tipo de trabalho.

Uso de diferentes linguagens

A cada novo projeto que se propõe, o Antropofocus explora diferentes linguagens teatrais.

Esse é um dos principais cuidados que o grupo toma para manter a pesquisa de poética da comédia: como ter o resultado da epifania do riso mesmo usando um formato inédito para seus artistas.

No histórico do Antropofocus há espetáculos de dramaturgia convencional (peça com começo, meio e fim), espetáculos com esquetes curtas, espetáculos com esquetes curtíssimas (cenas de 12 segundos de duração), uma peça inteira sem uso de diálogos (que depois evoluiu para um projeto de pesquisa do humor sem o uso do som, com a colaboração de pessoas surdas), espetáculos de dramaturgia dinâmica (em que cenas inéditas são criadas diante do espectador), peça com intercâmbio de linguagem com outro grupo teatral e trabalho de interação de cena com vídeo.

Agora, em processo de pesquisa, o Antropofocus está adaptando uma peça clássica de comédia e estudando técnicas de bufonaria para o seu próximo projeto.

A pluralidade é marca do comprometimento do Antropofocus em buscar inovação a cada projeto.

 

O Improviso como ferramenta para

dramaturgia coletiva

 

Como a improvisação sempre fez parte do processo criativo do grupo, quando o gênero ficou mais famoso no país os integrantes do grupo já eram improvisadores experientes. Mesmo o Jogando no Quintal (SP), considerado um dos pioneiros no país na propagação desta linguagem, é menos antigo que o Antropofocus.

Ao contrário dos formatos de jogos, que são amplamente mais divulgados como formato de improvisação, o grupo investiu na construção de cenas, almejando que os atores contribuissem ativamente nas construções dramatúrgicas dos espetáculos sem que tivessem que sentar e escrever textos. Os atores em sala de ensaio buscam, através do improviso, formas novas de diálogos ou movimentações cênicas. Os outros artistas, em especial aqueles focados na sonoplastia ou música, também podem contribuir dinamicamente na construção do espetáculo.

Assim, ao final do processo, todos os artistas envolvidos são co-autores do produto final.

O grupo já esteve presente em todos os eventos nacionais de improvisação e também sediou, por dois anos, um Festival de Improvisação em sua cidade sede – Curitiba.

A pesquisa em comédia e improviso levou o grupo a ser uma das referências de ambas as linguagens no Brasil.

Nosso Repertório

Com mais de 12 espetáculos em seu histórico, o grupo mantém atualmente três deles em repertório. São eles:

No dia Seguinte:

a quase-história

da tevê no Brasil

Em poucos instantes vai começar a programação da TV Anhanguá, o primeiro canal de televisão do Brasil. Depois de meses de ensaio os atores, músicos e técnicos estão preparados para tudo….       Ou quase tudo.

Numa brincadeira que mistura informações e lendas do dia da estreia da televisão brasileira com referências a programas e personalidades da tevê do Brasil, o Antropofocus comemora seu aniversário de 15 anos com um espetáculo que une a experiência do grupo em fazer textos cômicos com as possibilidades de fazer improvisação ao vivo, sempre interagindo respeitosamente com a plateia.

CONTOS PROIBIDOS DE ANTROPOFOCUS

Em CONTOS PROIBIDOS DE ANTROPOFOCUS, o grupo enfrenta o desafio de fazer
um espetáculo inteiro sem nenhum diálogo,

onde a comunicação acontece através do som.
Partindo da metáfora da incomunicabilidade, as cenas – ou contos – acontecem em
ambientes onde pessoas desconhecidas se encontram, mas raramente iniciam uma
conversa: dentro de um ônibus, no elevador, debaixo de uma marquise num dia de chuva, em qualquer lugar em que as pessoas prefiram manter seu silêncio.

E seus segredos!

HISTÓRIAS EXTRAORDINÉDITAS

Dentro de um espaço deslocado do tempo real, quatro escritores dão vida a histórias que foram deixadas de lado por muito tempo. Momentos reais que ficaram marcados na memória e que, ao serem compartilhados com a plateia, serão transformados em algo novo.

Este é o espetáculo em que o Antropofocus usa todo o seu conhecimento de Dramaturgia Dinâmica para criar cenas novas a cada noite, em frente ao público.

O GRUPO

Andrei Moscheto

Ator, diretor, escritor, começou sua carreira em 1991. Ganhou prêmio de Ator Coadjuvante em 2002, no espetáculo “Cãocoisa e a Coisa Homem”, dirigido por Aderbal Freire Filho. Foi professor de improviso e interpretação na FAP – Faculdade de Artes do Paraná,

É o fundador do grupo e dentro dele já recebeu prêmio de melhor ator, duas indicações a melhor diretor e uma por melhor texto.

Além do Antropofocus, trabalha com a direção de outros coletivos teatrais e participa dos projetos de improvisação por todo o Brasil.

Anne Celli

Atriz e escritora,

Também é atriz da Cia Senhas de Teatro

Edran Mariano

Ator, palhaço, produtor e instrutor de curso de teatro. É formado em Artes Cênicas pela Faculdade de Artes do Paraná – FAP. Atua em teatro, publicidade e audiovisual.
Foi integrante da Cia do Ator Cômico, com direção de Mauro Zanatta onde iniciou sua pesquisa na linguagem do palhaço, improvisação e teatro de máscaras. Atualmente integra o grupo Antropofocus, onde atua como ator e produtor.
Também é diretor artístico do Nariz Solidário, projeto de Palhaços em Hospitais. Como produtor trabalha em parceria com outras cias de teatro, e coordena a Feira da Bienal de Quadrinhos em Curitiba.

Marcelo Rodrigues

Ator

Também é ator do Ave Lola – Espaço de Criação.

 

Nossos parceiros e colaboradores

Paulo Rosa

formado na Faculdade

Doriane Conceição

formado na Faculdade

Gustavo Miranda

formado na Faculdade