Improfocus™

Antropofocus começou seu trabalho com improvisação ainda no ano 2000, quando criou o seu primeiro espetáculo. Os objetivos do grupo sempre foram criar histórias cômicas que não ofendessem a plateia e que falassem sobre o ser humano, daí o nome Antropo (ser humano) focus (centro das atenções).

O espetáculo Improfocus foi criado logo após que o diretor do grupo, Andrei Moscheto, teve a oportunidade de participar de um workshop de improvisação, no Canadá, com um dos professores mais aclamados da improvisação mundial: Keith Johnstone. Além disso, seus colegas de classe eram Daniel Nascimento, Anderson Bizzocchi, Elídio Sanna (da Cia. Barbixas de Humor, o grupo de improvisação mais famoso do Brasil graças ao video semana no Youtube do espetáculo Improvável), Márcio Ballas (co-fundador do espetáculo “Jogando no Quintal”, improviso com linguagem de palhaço, que existe há mais de uma década), Rhena de Faria, Marco Gonçalves (integrantes do “Jogando no Quintal” e respeitados professores de improvisação), Jorge Rueda (integrante do Impromadrid, um dos grupos espanhóis de improviso mais respeitados no mundo) entre outros. Foi depois dessa experiência que o Antropofocus decidiu criar um espetáculo só de improviso.

O Improfocus é moldado de acordo com a ocasião, mas sempre com o objetivo de ser interativo com o público sem ser agressivo. O humor é construído com a plateia, e não contra ela. Assim, a experiência é positiva para todos os lados.